Um apenas que é tudo

Parece que há uma necessidade, uma força que nos impele a criarmos objectivos para o novo ano. Mas que bronca!!! eu não tenho nada pensado, nenhuma resolução magnifica, nenhum desejo escondido que queira ver satisfeito em 2009...apenas quero o que me enche a alma...

Para este novo ano que começa quero amor apenas. Mas que lamechas! Poderão pensar alguns. Que romântica! Poderão pensar outros. A perspectiva do amor, da paixão, da errância da alma depende do estado em que nos encontramos. Se nos encontramos enamorados um simples pôr-do-sol, um céu estrelado, um vento quente no rosto é razão suficiente para viver, para sorrir. Se por outro lado nos encontramos na fase de não enamoramento…bem, aí tudo muda de figura, tudo parece ridículo, o importante é a vida boémia. Nem uma nem outra são formas erradas de pensar, são apenas estados de espírito, numa em que a emoção prevalece e noutra em que é a razão a comandar os nossos passos.

Mas eu só quero que o amor venha até a mim e possa sentir o vento quente e sorrir, ver um céu estrelado e sentir um formigueiro na barriga, contemplar o pôr-do-sol e sentir o coração aquecer e bater forte. Quero sentir a saudade que me aperta o peito e sentir o nó na garganta. Quero sentir o abraço apertado.

Há uma tal necessidade de amor, de amar que, por vezes, um encontro no momento certo – ou talvez no momento errado – desencadeia o processo fulminante da paixão, da fascinação da evasão.

Quero apenas este amor que é tudo.

2 comentários:

Johnny disse...

Espero que o consigas.

Anónimo disse...

Vou pedir o mesmo para mim, pois como eu já disse num comentário anterior é tão bom sentirmos que amamos e somos amados.